25
Jun 12

AUTO-POEMA
 
A tarde de musgo imprime
 sua caligrafia de sol
 sobre os labirintos sombrios da cidade
 e desnuda o caos urbano.
 Assustado fujo do mêdo e da angústia das ruas
 e me refugio no silêncio fetal do alpendre
 onde as horas plantam sementes de tédio
 na lavoura arcaica do tempo
 e vejo a tarde descambar para o poente
 enquanto inquietas andorinhas tentam
 pintar ainda com fiapos de sol
 as linhas tênue do horizonte.

 

(Autor desconhecido)

publicado por Chicailheu às 16:59
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