18
Jun 12

Santa Maria

 

O branco imaculado das casas espalhadas pelo verde da paisagem. As escadas de gigantes cobertas de vinhedos descendo pelas arribas até ao mar. Os areais extensos convidando aos prazeres do mar e do sol. O basalto retorcendo-se nas múltiplas curvas de uma espectacular fachada barroca.
 
Atractivos de Santa Maria, que seduzem quem aprecia férias em contacto com a natureza, o bucolismo de uma vida tranquila, a hospitalidade expressa num sorriso de boas-vindas.

 

 

 
São Miguel
 
Deslumbramo-nos primeiro com as lagoas de beleza serena, poética. Em seguida a paisagem feita de verde e flores, de vastos horizontes de terra e de mar.
 
São Miguel tem mais para ver, para oferecer. Monumentos que falam de uma história de cinco séculos. A tranquilidade dos grandes espaços e o bulício das cidades. O colorido de antigas festividades. Artesanato com a autenticidade da tradição. Os prazeres da mesa. A emoção dos desportos. Para férias completas.

 

 

Terceira

 

Uma cidade Património Mundial, nascida do mar e para o mar, símbolo do novo mundo criado pelos descobrimentos. O colorido intenso dos impérios dedicados ao Espírito Santo. Os muitos testemunhos de arte e história. A aguarela viva de uma paisagem feita de muitos verdes a que não falta o arco-íris das flores. Atractivos que fazem da Terceira uma ilha para férias diferentes, completas.
 
Há muito mais para ver e fazer na Terceira. Desde uma partida de Golfe à descida a grutas vulcânicas. Da alegria e animação de uma tourada à corda, ao encanto singelo da arquitectura popular. Do mergulho numa piscina feita de lava e mar ao bom sabor da cozinha tradicional.
 

 
Graciosa

 

O ondular suave de montes emoldurados pelo azul do mar. Os muros de basalto negro por onde irrompe o verde viçoso das videiras. As silhuetas brancas de moinhos avivados pelo vermelho das cúpulas pontiagudas. Pinceladas de cor da aguarela viva que é a Graciosa, tornada ainda mais bucólica por uma vivência feita de tranquilidade.
 
A Graciosa é, também, a oportunidade de descer ao interior de um vulcão. Admirar um precioso testemunho da arte da Renascença. Mergulhar por entre o arco-íris da fauna e da flora submarina. Para descobrir os muitos encantos de uma pequena ilha merecedora do nome com que foi baptizada.
 
 

São Jorge

 

São Jorge é uma imensa aguarela pintada com infinitos matizes de verde. Desde o verde pálido da erva que desponta ao muito escuro da folhagem dos arbustos que recobrem as ravinas que mergulham verticalmente no mar. É esta predominância do verde que faz o encanto da ilha, convida a passeios por uma paisagem que mantém a beleza primitiva.

São Jorge tem muito mais para oferecer ao visitante. Insólitas "fajãs" no fundo de altas arribas. Interessantes exemplos de arte sacra açoriana. Colchas com padrões seculares tecidas em teares manuais. O sabor autêntico do seu afamado queijo. Para dias que ficam na memória.

 
Pico

 

A montanha nasce do mar e cresce até ultrapassar as nuvens. Em volta o azul do céu e da água, as manchas verdes das ilhas que a sua altura domina.
 
É assim o Pico, cone vulcânico que a mão do homem transformou em vinhedos e pomares irrompendo entre a lava negra.
 

 
Faial

 

A cénica baía por onde se espraia o casario branco da cidade. O ondular suave dos montes que sobem lentamente até quase tocarem as nuvens. O verde, o verde sempre presente, com largas pinceladas do azul das hortênsias. Encantos do Faial, ilha onde a paisagem parece abraçar quem chega e só o deixa partir com saudade.
 
O Faial é, também, o colorido dos muitos iates que fazem da Horta o seu porto de escala na travessia do Atlântico. A paisagem desnuda do vulcão dos Capelinhos. O círculo de uma profunda cratera revestida pela vegetação endémica da ilha. E, sobretudo, o mais deslumbrante miradouro natural para apreciar a ilha vizinha do Pico e toda a majestade do enorme cone vulcânico nascido do fundo do mar.
 

Flores

 

A presença constante do verde em mil matizes frescos como a luz da manhã. As pinceladas de azul turquesa de lagoas que fazem sonhar. As cascatas que saltam centenas de metros ao encontro do mar. É este o quadro natural das Flores. Tornado ainda mais aliciante pela vida tranquila dos antigos tempos. O rodopiar rápido das mós de uma azenha. O cristal transparente das águas do mar ricas em peixe. Os quilómetros e quilómetros de hortênsias realçando a beleza da paisagem. A delicada transparência das flores feitas por mãos humanas.
 
Visitar as Flores é penetrar num mundo feito de tranquilidade, de encontro com a Natureza. Onde apetece passear, descobrir os encantos ocultos da paisagem sempre verdejante.

 

Corvo
 
Uma minúscula população de casas brancas junto ao mar. Duas maravilhosas lagoas no fundo de uma ampla cratera. Horizontes de um verde fresco e suave. Uma imagem de Nossa Senhora trazida das Flandres. Espectaculares e abruptos caminhos. Assim é o Corvo, a ilha mais pequena dos Açores. Onde o passado e o presente se unem para proporcionar aos visitantes uma experiência única, uma recordação inesquecível.
 

CIDADE DE ANGRA DO HEROÍSMO - PATRIMÓNIO MUNDIAL

publicado por Chicailheu às 19:57
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publicado por Chicailheu às 19:55
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17
Jun 12

Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
 Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. aí sim, a vida de verdade começaria.

Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a faculdade; até que você perca 5 kg; até que você ganhe 5 kg; até que seus filhos tenham saído de casa; até que você se case; até que você se divorcie; até sexta à noite até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova; até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos; até o próximo verão, outono, inverno; até que você esteja aposentado; até que a sua música toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você esteja sóbrio de novo; até que você morra; e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo...
Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.
 

Desconheço o AUTOR.

publicado por Chicailheu às 23:17
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publicado por Chicailheu às 23:16
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16
Jun 12

Sempre que olho à minha volta

Procuro a luz interior

Pois a luz do dia

Causa-me medo...pavor!

 

O Mundo está confuso

Nada faz sentido

Para quê prosseguir

Neste Mundo já perdido!

 

A Luz interior vem da alma..

Não traz desilusão

As trevas deste mundo

Provocam a escuridão!

 

Não vou permitir...

Não vou continuar...

Acho que vou desistir

Pois nada posso mudar!

 

Olho para dentro de mim...

Já não encontro nada...

A Luz da alma morreu

De esperar ficou cansada!

 

Deixo para trás as desilusões...

As descrenças sem fim...

Vou procurar a Paz

Que não encontro dentro de mim!

 

CHICA

16-6-2012

 

publicado por Chicailheu às 23:38
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13
Jun 12
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11
Jun 12





publicado por Chicailheu às 21:25
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06
Jun 12

Não há Nada que Resista ao Tempo

 

Não há nada que resista ao tempo.

 

Como uma grande duna que se vai formando grão a grão, o esquecimento cobre tudo.

 

Ainda há dias pensava nisto a propósito de não sei que afecto.

 

Nisto de duas pessoas julgarem que se amam tresloucadamente, de não terem mutuamente no corpo e no pensamento senão a imagem do outro, e daí a meia dúzia de anos não se lembrarem sequer de que tal amor existiu, cruzarem-se numa rua sem qualquer estremecimento, como dois desconhecidos.

 

Essa certeza, hoje então, radicou-se ainda mais em mim.

 

Fui ver a casa onde passei um dos anos cruciais da minha vida de menino.

 

E nem as portas, nem as janelas, nem o panorama em frente me disseram nada.

 

Tinha cá dentro, é certo, uma nebulosa sentimental de tudo aquilo. Mas o concreto, o real, o número de degraus da escada, a cara da senhoria, a significação terrena de tudo aquilo, desaparecera.

 

Miguel Torga, in "Diário (1940)"

 

publicado por Chicailheu às 19:49
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